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Após a partida, Bruno Frota (Pankas/Baiuka), sentiu
grandes dificuldades em aguentar a pressão dos seus
perseguidores. No entanto, após estes o ultrapassarem,
não teve problemas em segui-los. Assim sendo, Paulo
Martins (LJ Team), assumiu as “despesas” do inicio da
corrida, muito pressionado por José Chantre da BRM /
Lasi e por João Santos (Kartikurte). Surgindo da 7ª
posição da grelha, Joaquim Cavaco (JF Amadora) iniciou a
sua ascensão, passando por todos e só terminando na 1ª
posição. Este, foi aliás o piloto que dominou totalmente
a 1ª parte da prova, embora Diogo Simões (Renault
Telheiras), incentivado pela boa prestação do seu colega
da JF Amadora, não tenha baixado os braços, tendo sido
juntamente com João Santos, o único a conseguir
acompanhar o primeiro. Com a passagem da 12ª volta, José
Chantre, num ligeiro toque, ficou parado na pista,
enquanto que mais atrás, Victor Montalvão (The Past &
The Curious) perdia vários lugares por situação
idêntica. Mais uma vez, as trocas de pilotos foram
determinantes para as posições finais, tendo sido os
Pankas/Baiuka quem mais beneficiou com as mesmas, visto
que Zezix começou a “voar baixinho”, chegando mesmo a
ameaçar um recorde de pista inalterado desde Março de
2003. Atrás dos Pankas/Baiuka, seguiam Alberto Fernandes
(Kartikurte), Fernando Cavaco (JF Amadora) e Luis
Aparício (LJ Team) estes, num incrível duelo que durou
toda a 2ª parte da corrida. Realçamos ainda, o retorno
dos Pastilhas, após 3 corridas de ausência. Se nos
treinos não foram muito felizes, na prova, imiscuíram-se
constantemente nos lugares da frente, terminando no 6º
posto. Quanto à RG, se o seu 12º lugar da grelha não foi
muito abonatório para a qualidade dos pilotos, essa
mesma foi provada em corrida, tendo esta dupla terminado
no 7º posto, logo seguida pela Liztrêz (no que acabou
por ser o mal menor). A Turbolento, acabou por ser uma
desilusão, pois de quem partiu da 8ª posição,
esperava-se mais do que um 14º lugar final.
1º Pankas/Baiuka, 2º Kartikurte 3º LJ Team |
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8ª Prova |