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Batalha, 12 Fevereiro 2006, Circuito EuroIndy (A)

     1ª Prova

     2ª Prova

     3ª Prova

     4ª Prova

     5ª Prova

     6ª Prova

     7ª Prova

Após um ano de ausência, a Compuquali, regressa em grande.

Ora cá estamos de novo, retornados a mais um ano competitivo e “esperamos” cheio de emoção e desportivismo. Nesta minha 10ª organização (é verdade, tudo começou em 1997 com o 1º Campeonato NucleoKart de Oeiras), tive a agradável surpresa de contar com 21 Karts na 1ª grelha do ano. Desde já gostaria de saudar e agradecer a todos os que participaram nestas 2 primeiras provas e também de agradecer, àqueles que “aparentemente ou talvez não”, saudaram o meu retorno às pistas. Como escrevo “quase sempre” um comentário às provas realizadas, gostava de alertar os leitores, no sentido de não estranharem que me refira a mim próprio na “3ª pessoa”. Tal facto, deve-se à tentativa de evitar sobressair nos comentários. Posto isto e indo rapidamente às coisas “sérias”, A RG teve talvez, o melhor começo de Evento de sempre, pois com uma excelente marca, deixou a Renault Telheiras 1 (que este ano, atacou com nada mais nada menos, que 3 equipas) a 0,667 s. A SpitFire, confirmou a excelente forma que já tinha demonstrado em 2005 e conseguiu ficar na liderança da 2ª grelha de partida. Por seu lado, a GPL Team, acompanhou a SpitFire na mesma e deu muito boas indicações ao conseguir esta posição.

A Compuquali GFI International (10) conseguiu a 1ª vitória da época. Para a GPL Team (11) a melhor volta da prova, abrilhantou a competição.

 A 3ª grelha de partida foi ocupada pela Sempre A’Brir e Odivelcasa, enquanto a Liztrês e a Compuquali GFI International vinham logo atrás. Desta última aliás, esperava-se um pouco mais, pois embora tenham estado ausentes em 2005, não nos podemos esquecer que é a dupla detentora do título de 2004, com o nome de Zonix Racing. O regresso de António Reis à competição é que não podia ser mais aparatoso, pois embora a sua equipa se tenha constantemente “imiscuído” nos lugares cimeiros, um tremendo embate nos pneus da curva da recta da meta, poderia ter posto em questão a sua participação na prova. Má prestação nos treinos, tiveram as equipas JF Amadora (12º), Speed Pink (15º) (no que foi um regresso dos seus dois pilotos após 4 anos de interregno) e da Farruscus II (17º), que após ter obtido o Ceptro de 2002, parece nunca mais ter encontrado o rumo para os bons resultados. Na partida, Nuno Serrão (R G), conseguiu manter a liderança, tendo a companhia quase constante de Diogo Simões (Renault Telheiras 1), enquanto Vasco Inácio (SpitFire), se via com algumas dificuldades para conter os “ataques” de António Antunes (GPL Team). Senhor de um grande arranque, Nuno Grossinho (Compuquali GFI International), ganhou posição no grupo líder e começou aí, a “desenhar” um possível fecho de prova em beleza. Mais atrás, Adriano Silva (Sempre Á’brir), não conseguiu suster os seus mais directos adversários e passou todo o seu turno em luta directa com Joaquim Cavaco (J F Amadora), Paulo Campos (Speed Pink) e com o extraordinário Sebastião Esquivel (Esquivel Racing Team), que embora tenha partido da penúltima posição, rapidamente chegou a meio da tabela. Com as trocas de pilotos, mais uma vez, certas equipas “caíram” na tentação da velocidade nas boxes e viram o seu esforço pago em penalizações. Para a Compuquali GFI International, pode-se dizer que o retorno a este evento, não poderia ser melhor, visto que, para quem sai tão mal na grelha, a vitória no mesmo só se pode explicar, pela homogeneidade dos seus dois pilotos. Referencia ainda, para a excelente confirmação de António Antunes, piloto que foi considerado como uma promessa em 2005, e que começou a provar nesta prova, isso mesmo, obtendo a melhor volta, frente a pilotos com muito mais experiência. 1º Compuquali GFI International, 2º R G e 3º Liztrêz

       8ª Prova

 

Mais uma vez, António Pragosa, deu algumas "dicas uteis", acerca da condução no seu circuito.