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Batalha, 25 Setembro 2005,
Circuito
EuroIndy (B) |
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1ª
Prova

2ª Prova

3ª
Prova

4ª
Prova

5ª
Prova

6ª
Prova

7ª
Prova |
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Casa do Benfica da Baixa da Banheira,
vence na consagração da Davilar.
Com o 1º e 2º lugares praticamente encontrados, o
verdadeiro interesse desta prova estava em encontrar o
3º classificado em 5 possíveis. Logo no inicio dos
treinos, ficou claro que, a Maranello, era uma equipa
posta de parte para esse lugar (parabéns por mais um
aniversário ao Augusto Correia e rápidas melhoras para o
Rui Amaro), pois com a sua ausência, passaram a ser 4
candidatos ao lugar. A BS parece ter uma boa relação com
o circuito praticado, tendo tirado pela 2ª vez
consecutiva, a Pole Position na última prova de época.
Com o 2º tempo a MB parecia ter acabado com a “malapata”
que a tem seguido desde o início do ano mas, mais uma
vez, o tempo mínimo de permanência nas boxes não foi
respeitado, tendo estes acabado por partir de 13º. Os
Metralhas, herdaram assim a 2ª posição, tendo atrás
deles a Casa do Benfica da Baixa da Banheira e também da
AP Racing que fez nesta prova a sua melhor qualificação
de sempre. A Liztrêz ocupava a 5ª posição, enquanto no
6º posto partia a RJM. Penalizadas também nos treinos, a
Novelle Maison e a Karters, viam assim bastante
dificultada a luta pelo 3º posto final. Na partida, mais
uma vez Nuno Serrão (B S), ocupou a cabeça da prova,
enquanto Carlos Adrega (C. Benfica B. Banheira) e Paulo
Cruz (Liztrêz), surpreendiam Paulo Mota (AP Racing) e
João Faria (Metralhas). |
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Paulo
Patricio dos Karters (5) e Bruno Costa da Vascoauto
(16), jogaram aqui uma cartada decisiva para a
atribuição do 3º lugar final. |
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Mais
atrás José Martins (MB) e Paulo Patrício (Karters), não
perdiam contacto com o grupo que os precedia começando
mesmo a efectuar algumas trocas de posições. À passagem
da 3ª volta, Paulo Mota viu-se obrigado a fazer um pião
para evitar “abalroar” um adversário, tendo assim
perdido o contacto com o 2º grupo de pilotos. Enquanto
isso, Paulo Ferreira (Nouvelle Maison) e Miguel Romão (Chilout
Team) “enganchavam-se” um no outro na discussão da curva
do gancho 3. Após a surpresa inicial, João Faria começou
a recuperar terreno para os da frente e discutir a 1ª
posição. Para Paulo Patrício, era “dia sim”, pois após o
desaire da penalização nos treinos, começou a ganhar
lugares atrás de lugares e o que parecia afastado logo à
partida, começou a desenhar-se como um “cenário
possível”. Com as trocas de pilotos, as penalizações não
perdoaram e novamente o vencedor da prova foi um dos
contemplados. A luta pela 1ª posição continuou acesa,
mas desta vez os intervenientes foram reduzidos a 2.
Luís Chambel (Metralhas), que gostava de se despedir do
ano em beleza, pressionou intensivamente Pedro Miguel
(Casa do Benfica de Baixa da Banheira). Essa pressão foi
de tal forma que levou este último a um ligeiro
“deslize”, que foi aproveitado logo pelo 1º para o
passar. No entanto, Pedro Miguel não estava muito
preocupado com o acontecimento, visto já estar ao
corrente da futura penalização dos Metralhas. Desta vez
a BS não conseguiu o bom resultado do ano passado e
correndo com Gustavo Soares em vez de Rui Serrão, viu-se
ainda na triste situação de penalizar no fim da prova,
no entanto serviu-lhe de consolo a obtenção da Pole e da
Melhor volta final. Quanto à Liztrêz, a penalização
final, resultou na perca não só de 2 lugares, como igual
nº no final do evento. Os Karters foram os grandes
conquistadores do 3º lugar no evento, já que com um 2º
lugar nesta prova, terminaram as 3 ultimas no pódio, o
que foi uma excelente prestação para quem começou tão
mal. À Vascoauto, o facto de deitar uma prova fora com
muito mais pontos acabou por lhe reservar o 4º posto.
1º C. Benfica B. da Banheira, 2º Karters e 3º Os
Metralhas. |
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8ª Prova |
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A BS (4),
conseguiu repetir o brilharete do ano anterior, tendo
provado estar muito à vontade nesta pista. Para Luís
Chambel dos Metralhas (1), este fim de época poderia ser
melhor, já que uma penalização retirou-lhe o 1º lugar.
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