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Batalha, 8 Maio 2005, Circuito Jackie Stewart (A)

     1ª Prova

     2ª Prova

     3ª Prova

     4ª Prova

     5ª Prova

     6ª Prova

     7ª Prova

Finalmente o Ouro, para o vencedor de 2004.

Na Classe Rainha de 2005, a discussão da liderança entre a “Davilar” e “Os Metralhas”, está a ser levada ao rubro. Nos treinos a Maranello conseguiu ser a mais rápida, no entanto a Davilar ficou a 0,050s e Os Metralhas a 0,080s do líder, adivinhando-se assim uma corrida bastante discutida. No 4º posto, a Shummy & Ca. conseguiu o seu melhor lugar da grelha este ano, mas foi a única equipa penalizada, por não ter atingido os 10 segundos obrigatórios na circulação da zona de boxes. A BS, conseguiu ficar como líder da 3ª grelha de partida, tendo a seu lado a Liztrêz. Posição estranha e curiosa foi a atingida pelos Karters, pois a 8ª posição não tem muito a ver com o brilharete que esta equipa conseguiu na prova. Qualificações para esquecer, foram as conseguidas pela dupla da Vascoauto (9º), pela www.Zonix.net (17º) e também da RJM (18º), sendo estas duas ultimas “francamente más”. No arranque, Rui Amaro (Maranello) foi fortemente pressionado por André Correia (Davilar), João Faria (Os Metralhas), David Gorjão (Shummy & Ca.) e pelo incrível Paulo Patrício (Karters) que conseguiu pular para o 5º lugar logo na partida.

A Pole da Maranello (9), fazia prever uma prova bem diferente da que se verificou. Grande luta, entre a Davilar (20) e Metralhas (1).

Após a 2ª passagem pela recta da meta, Rui Amaro falhou uma trajectória e esse pequeno percalço, custou-lhe vários lugares “… caramba, falhei a trajectória e passaram-me logo 4 karts.”, diria no fim do seu turno. Entretanto, enquanto Nuno Serrão (BS) travava uma acesa “luta” com Bruno Costa (Vascoauto), Jorge Norte (kartRacing), talvez motivado pela presença de Nuno Machado (seu colega de 2004), mantinha-se na luta pelo 7º posto com Paulo Ferreira (Nouvelle Maison), Paulo Cruz (Liztrêz) e Alexandre Quental (Chillout Team). A Maranello parece acompanhar a “malapata” da sua homologa da F1 já que, com o aproximar do meio da corrida, esta dupla, viu de novo a sua prova completamente perdida. Ao aproximar-se de um adversário para o ultrapassar, Rui Amaro, acabou por não ser muito “lesto” assim, o seu perseguidor tentou por sua vez aproveitar a deixa e passar os dois. Desta forma o Kart da Maranello ficou “entalado” no meio de 2 e acabou por partir os Tupperwares, o que o levou a demorar muito mais tempo nas boxes. Após uma má posição na grelha, Paulo Patrício (Karters), aproveitou muito bem a partida e talvez por isso, o seu andamento tenha sido sempre muito bom. No fim da prova, contra todas as expectativas, Paulo Patrício ficou detentor do recorde da pista. Com as trocas de pilotos, novamente a Shummy & Ca. foi apanhada em falta nas boxes vendo-se assim, na obrigação de cumprir mais uma penalização. Na frente, a situação que se mantinha até então, estava quase a mudar, pois a Davilar tinha conseguido passar os Metralhas e instalar-se no 1º posto. Nelson Rodrigues (Davilar) e Luis Chambel (Os Metralhas), estavam prestes a continuar um duelo que dura já desde a 2ª prova deste evento. No entanto, nesta prova, nenhum dos dois pilotos, estava a contar com uma autêntica “pedra no sapato” que foi a presença de Augusto Correia (Maranello). Recomeçando a corrida em 11º lugar, este piloto viu que teria oportunidade de subir mais na classificação e imiscuindo-se na luta dos primeiros (embora atrasado), não quis perder o comboio que o permitiu terminar a prova num suado 6º lugar. Quanto aos dois primeiros, a sua espectacular luta, durou toda a 2ª parte da prova e só terminou com o baixar da bandeira de xadrez. 1º Metralhas, 2º Davilar e 3º Karters.

       8ª Prova

 

Augusto Correia (9), deu que fazer aos 2 primeiros. Para Paulo Patrício (Karters, 5), o recorde de pista, foi um justo prémio.