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Batalha, 7 Maio 2006, Circuito EuroIndy (B)

     1ª Prova

     2ª Prova

     3ª Prova

     4ª Prova

     5ª Prova

     6ª Prova

     7ª Prova

Fim-de-semana “em grande” para a Compuquali GFI International.

 Após a prova dos 270 cc a Compuquali convidou Carlos Malta a fazer parte do seu grupo de pilotos. Os resultados não tardaram a chegar e logo nos treinos, esta equipa conseguiu a marca de 44.614s o que lhe valeu a Pole Position. A seu lado Os Metralhas ficavam afastados por uns meros 0,209s, o que os mantinha na esperança de um bom resultado. Líder da 2ª grelha, a Reciprint conseguiu finalmente um tempo excelente na grelha de partida, enquanto a seu lado a Davilar confirmava uma corrida disputada e empolgante. No 5º lugar outra novidade, a Friki Team conseguiu a sua melhor qualificação do ano, sendo acompanhada da Vascoauto. Afastada das posições já habituais, a BLG Sport não conseguiu ir além do 7º posto (mas atenção que transportavam o “maldito calhau”), enquanto a Dê Cê e a BS tiveram definitivamente, uma qualificação para esquecer.

Michael Rodrigues da Davilar (1) manteve-se na frente da Compuquali (10), durante a 1ª parte da corrida.

 Na partida, Nuno Alexandre (Compuquali) deixou-se surpreender por Michael Rodrigues (Davilar), mas manteve-se sempre na sua peugada, tendo como companheiro João Faria (Metralhas). Alcinio Calhandro (Friki Team) ainda conseguiu acompanhar os primeiros mas, sem antes se ter safado de uma grande carambola atrás de si e à qual não terá sido totalmente alheio. Excelente partida fez Paulo Patrício (Karters), pois após uma fraca qualificação (12º lugar), a recuperação de 5 lugares parecia ser quase impossível. Desesperante estava a ser a prova dos Millenitos, pois para esta equipa que vem do ano 2005, com o título de Campeões do Série T esperava-se que tivessem um pouco mais de sorte. Com as trocas de pilotos, Carlos Malta (Compuquali) rapidamente ascendeu ao 1º lugar, deixando André Correia (Davilar) na situação de que mais gosta, ou seja, defender-se dos seus mais directos opositores e servindo como uma autêntica “rolha” que nada deixava passar. Com tudo isto, Victor Costa (Os Victor’s) demonstrou um andamento excelente, mostrando que poderia inclusivamente ultrapassar todos aqueles pilotos da frente, não fosse o caso de ter já 1 volta de atraso. Por seu lado, Bruno Costa (Vascoauto), acreditou que poderia ter uma prestação muito melhor do que a dos treinos e não só se aproximou da BLG Sport, como a conseguiu passar e reduziu consideravelmente a distância que tinha para os da frente. Esta acabou por ser uma prova madrasta para a Reciprint, pois após uns excelentes treinos, a má partida acabou por culminar com uma indisposição de António Farinha, o que o levou a ter que abandonar a prova. Para a Compuquali, este foi um fim-de-semana em cheio, pois à vitória no Série T, Nuno Alexandre acrescentou também a do Série C, enquanto Luís Chambel (Metralhas), por mais que tentasse, nunca conseguiu sequer ficar a par de André Correia, tendo como compensação a melhor volta para a sua equipa. A Dê Cê, acabou por ser a equipa que mais subiu na tabela mas, mesmo assim o 7º lugar ficou à quem das suas expectativas. Quanto aos Kartoons e à Kartracing, esperamos que para a próxima as coisas lhes corram melhor. Compuquali GFI International, 2º Davilar e 3º Os Metralhas

       8ª Prova

 

Mais uma vez, Carlos Malta (10) foi determinante para a sua equipa. Para Alcinio Calhandro da Friki Team (18), esta foi a melhor prova de sempre.