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uem fomos ?
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Luís Ryder
– Com o cargo "oficial" de Vice-Presidente, acumulou
também o de fotógrafo, foi o responsável pelo nome “Rota
K”, pois foi o que lhe saiu pela boca quando toda a
gente procurava um para a associação. Interessou-se pelo
Karting na mesma altura de Paulo Campos mas com a
diferença de ser piloto. Após a participação nessa prova
foi o colega habitual a empurrar o Parilla TT 31. Foi um
dos concorrentes à edição de 1997 do concurso “Onde está
o Ás” e por pouco não ficou com um lugar no Nacional de
Ralis na categoria Nissan Micra. Após a 2ª resistência
dos Excêntricos, inscreveu-se no 1º Campeonato
NucleoKart de Oeiras, mas achando que algo não estava
muito bem na organização, juntou-se a Paulo Campos na
Racing Speed Pink. Bastante activo no 1º ano da Rota K,
conseguiu, com todo o mérito, ganhar o Campeonato e o
Troféu Henrique Gonçalves de 1998. |
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Luís Araújo
– Foi o 2º elemento mais activo da Rota K. Além de
grande responsável pelos contactos com os Kartódromos e
comunicação com os participantes, era "oficialmente" o
tesoureiro da Associação. Incentivado por um colega,
teve o seu 1º contacto com o karting em Odivelas no ano
de 1995, onde durante quase 1 hora, gastou bastante
dinheiro a circular pela pista de 10 em 10 minutos. Ao
saber da existência de uma nova pista na Batalha e,
juntamente com o colega, meteu-se a caminho para andar
apenas 30 minutos. Em 1996 consegue juntar um grupo de
amigos e organiza uma prova, onde participa com os
bolsos cheios de dinheiro para efectuar o pagamento da
mesma. Esteve presente no 1º grupo que inaugurou o
Kartódromo de Almeirim e em 1997, inscreveu-se no 1º
Campeonato NucleoKart de Oeiras sendo em Agosto
convidado para integrar a equipa Racing Speed Pink nas
12 Horas nocturnas de Évora, realizada em Setembro de
1997. Mas, azar dos azares, um acidente de viação
impediu-o de estar presente nessa prova. No fim de 1997
foi juntamente com Paulo Campos e Luís Ryder o fundador
da rota K. |
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