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uem fomos ?
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De 1998
a 2003, esta Associação manteve suas actividades
animadíssimas e não
se poderia deixar no esquecimento todas as pessoas que
nela intervieram. Umas mais, outras menos mas, todas
juntas, conseguiram levar a Rota K a patamares que
muitos consideravam IMPOSSÍVEL. Essa consideração,
notava-se muito pelo facto de não haver aparentemente,
nenhuma entidade oficial que desse o seu aval ou a
patrocinasse. Na realidade o que começou por ser uma
corrida entre amigos, logo se concretizou em algo que o
nosso país nunca tinha assistido, ou seja, o empenho e
dedicação de poucos em beneficio de muitos. Essa
postura, foi facilmente provada pelo retorno que a Rota K tentava dar aos seus participantes e amigos. Foram
organizados 6 Campeonatos com 8 provas cada, 4 Troféus
com um total de 29 provas, um evento privado em 2001
intitulado Classe A, 2 Challenge Cup com 8 provas cada, um
Troféu de Empresas, que foi considerado revolucionário
até então (e que incluiu a 1ª prova em Circuito Oval da
Europa) e um sem número de Convívios e provas
particulares. Desde a 1ª prova, a Rota K, tentou dar a
conhecer os seus participantes e foram alguns os Órgãos
de Comunicação Social que nos apoiaram. No fim de cada
evento, o retorno por nós oferecido, foi crescendo com a
Organização. Artigos no Jornal Motor e Autosport,
Jantares de entregas de prémios, prémios garantidos para
todos os participantes mais assíduos, um Anuário que
expunha o curriculum e prestação de cada um e, no fim, o
sorteio de 2 karts e 3 Épocas pagas.
TUDO ISTO SEM UM ÚNICO
PATROCINADOR. A todos os intervenientes na Rota K
o nosso MUITO OBRIGADO.
Eles foram: |
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Paulo Campos
– Embora a designação de "faz-tudo" não agradasse aos
seus colegas, na realidade este elemento, além de
presidente da Associação, era também responsável pela
elaboração dos regulamentos, pelos comentários ás
provas, fotógrafo, organizador e compositor dos anuários
e por último ficou responsável pela actualização e
desenvolvimento da página na internet. Começou por se
interessar pelo Karting, quando um amigo o desafiou para
ser o adjunto do chefe da equipa Compmarket nas 12 Horas
de Évora de 1996. Entusiasmado com a modalidade e após a
prova, adquiriu um “cancro” com rodas, o Parilla TT 31,
que após várias reparações e muito dinheiro gasto, o
revendeu. Ao participar pela 1ª vez numa prova de
resistência de Karting na Batalha (2ª resistência dos
excêntricos) teve a ideia de organizar um campeonato de
Karting composto de várias provas. Esse campeonato, (1º
Campeonato NucleoKart de Oeiras) foi abraçado por um
ex-colega da equipa Compmarket mas, após a 1ª prova,
Paulo Campos abandonou a organização do mesmo
mantendo-se no entanto a competir. No fim de 1997,
juntamente com Luís Ryder, começou a preparar uma equipa
de competição (Racing Speed Pink) que mais tarde daria
origem à Rota K. Após vencer o Classe A de 2001,
abandonou definitivamente a competição, pois notou que a
ânsia de ganhar se sobrepunha ao prazer de andar de
kart. |
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