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No fim de 2004, a organização da Nacional Kart, viu-se a braços com um dilema. O série T, tinha sido o evento que maior nº de participantes assíduos registou, ao contrário do Série C com registo menos assíduo. Como ambos os eventos, eram disputados com o mesmo material, foi decidido agrupá-los num só, usando o nome de Série T e com o regulamento do Série C de 2004. Estranhamente, o sindroma das ausências continuou a afectar esta Série e na prova final, praticamente só participaram as equipas que tinham algo a discutir. No entanto, não deixou de ser disputadíssima, acabando por ter 6 vencedores diferentes em 8 provas e revelando mesmo, algumas equipas e pilotos que até agora se tinham mantido praticamente incógnitos. Ao fim de 8 anos a disputar estas provas, a LJ Team (Luis Aparício, Paulo Martins e Mário Bernardo), conseguiu finalmente a tão desejada vitória. Sendo a única equipa que venceu mais que uma prova, desde cedo mostrou a sua vontade de discutir a liderança. Para isso, ajudou bastante a presença no seu seio, do piloto mais rápido deste ano e também da grande regularidade dos outros dois elementos. Na entrada para a ultima prova, a Liztrêz (Carlos Freitas, Luis Duarte e Paulo Cruz), ainda tinha esperanças de obter a vitória, no entanto na 2ª parte da mesma, logo se tornou evidente que ficaria com o 2º lugar final. Os vencedores de 2003 e 2004, PANKAS/Baiuka (José Guerreiro e Bruno Frota), não foram este ano além do 3º lugar. Com um percurso bastante irregular ao longo do ano, nem o “pleno” da 2ª prova conseguiu colmatar os resultados menos bons nalgumas delas. Assim como o “impulso” de um dos pilotos mais rápidos desta Série, não foi suficiente para dar luta aos 2 primeiros. O 4º lugar da JF Amadora (Joaquim e Fernando Cavaco), foi um misto de agrado e desilusão. Senhores de uma grande evolução este ano, criaram expectativas que levaram muita gente a pensar que poderiam ser uma das surpreendentes candidatas ao titulo. Infelizmente essa evolução acabou por ter demasiados “altos e baixos”, acabando por ter, que medir forças com o 5º classificado.

   

A Pankas/Baiuka (5), acabou por não conseguir o “tri”, mas embora a concorrência fosse de grande qualidade, conseguiu obter uma suada vitória.