|
À
imagem de 2005, este ano o Série C foi realizado com
Karts de motor Honda 390 cc, no entanto, ao contrário do
ano anterior, o evento foi todo ele realizado no
EuroIndy (Kartódromo da Batalha), já que quase todas as
equipas foram unânimes em afirmar que este recinto
dispunha da frota mais bem mantida e equilibrada. À
imagem do Série T, aqui também se verificou um apertado
controle de pesos de conjunto Kart / Piloto (185 Kg.) e
um tempo de circulação mínimo nas boxes (18 s).
Infelizmente, o “sindroma do abandono” também contagiou
este evento, no entanto, ele continuou a cativar mais
adeptos que o seu Homólogo T e em termos de vitórias,
acabou por ver apenas 4 equipas a pisar o degrau mais
alto do pódio com 2 cada uma. Embora esta característica
possa dar uma ideia de um evento monótono, na realidade
as provas foram sempre muito emotivas, com a maioria das
corridas a ser decididas quase no final, bem como o
evento a ser resolvido na última prova. Retornada à
Nacional Kart depois de um ano de ausência, a BLG Sport
(Carlos Adrega e Pedro Miguel), voltaram com vontade de
ganhar. Começaram por fazê-lo na 1ª prova e a partir da
3ª controlaram todo o desenrolar do evento. À partida
para a última prova as coisas chegaram a estar
complicadas, no entanto, esta dupla, conseguiu impor a
sua categoria frente aos adversários. A Davilar, (André
Correia e Michael Rodrigues) à imagem de 2005, tornou a
estar envolvida nadiscussão do titulo. À entrada para a
ultima prova era quem mais hipóteses tinha de conquistar
a vitória à BLG Sport. Tal não aconteceu, no entanto,
esta dupla reforçou a ideia de que, na discussão da
vitória tem de se contar sempre com eles. No 3º posto,
Os Metralhas (Luís Chambel e João Faria) tornaram a
estar no centro das atenções, estando sempre na linha da
frente, no entanto, embora conseguisse boas
classificações, 3 menos boas ditaram o seu lugar. Os
Karters (Paulo Patrício e Miguel Patrício) até começaram
bem este evento, no entanto, uma “série negra” de 3
provas consecutivas acabaram por obrigar esta dupla a
uma recuperação digna de grande nota. A prestação da Dê
Cê (Hugo Vizella e Bernardo Penaforte) acabou por “saber
a pouco”, pois os seus pilotos estiveram sempre a
discutir as melhores posições, não sendo por isso de
estranhar que toda a gente esperasse pelo menos uma
vitória. Tal não aconteceu e o 5º lugar alcançado não
espelha a categoria dos mesmos. |