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Em
2001, a Associação Rota K, realizou no Kartódromo Qta.
Da Conceição em Almeirim, um evento a titulo particular
denominado Classe A. Esse evento foi uma aposta que a
Associação fez nos pilotos que o iriam disputar, visto
os motores serem a 2 Tempos, fazendo com que
necessitassem de um pouco mais de aprendizagem e
aumentando assim o conhecimento de material de
competição e o desenvolvimento da perícia na condução.
No final de 2001, o exclusivo foi abandonado e, embora a
ideia do projecto não fosse totalmente colocada de
parte, a competição com material exclusivo ficou em
suspenso. Terminado 2003 e após a realização de 3 provas
do Troféu Henrique Gonçalves no Kartódromo de Odivelas,
João Marques “responsável pelo mesmo” comunicou à Rota K,
a aquisição de Karts de competição que seriam uma
autêntica maravilha. Após alguns testes por parte de
dois dos responsáveis da Associação a esse mesmo kart,
chegou-se à conclusão que dado o seu desempenho e
manobrabilidade, os mesmos tinham todas as condições de
virem reactivar o evento.
Embora não fossem karts com motor a 2 Tempos “a
verdadeira essência do Classe A”, tinham comportamentos
bastante parecidos e respostas muito aceitáveis.
Combinou-se então a realização do evento, a disputar-se
com os DC1/Briggs & Stratton em Odivelas.
Porém no fim de 2003, a
suspensão da Associação Rota K, ensombrou novamente a
realização do mesmo e, acabou por ser a Nacional Kart
“fundada após essa suspensão” a lançar mão ao projecto e
levá-lo avante. |