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   1ª Prova
   

1ª Prova 26 Abril 2009 Odivelas [Circuito Odivelas A (A)]

Para começar, tenho que explicar o que é este novo evento. Desde o ano de 1997 que muitos pilotos participaram em eventos de karting que tive a honra de realizar e bastantes ficaram com saudades da competição desinteressada e apreciaram mais o laser, principalmente se após a prova, houvesse uns “comes e bebes”. O Troféu Henrique Gonçalves Clássico, é uma tentativa de voltar a juntar esses pilotos, assim como proporcionar aos seus amigos “inexperientes” a sensação de participar em corridas pouco dispendiosas e cheias de emoção. As regras são simples: Ninguém participa realmente para ganhar seja o que for, podem participar os pilotos que estiveram presentes até ao ano 2000 na Rota K ou os seus amigos. As atitudes de anti-desportivismo estão completamente proibidas e quem as tiver será convidado a participar noutros “eventos” mais profissionais. As regras e pontuações são as aplicadas até ao ano 2000 Na Rota K, as provas são agendadas em Kartódromos de menor dimensão e são utilizados os karts mais fracos e baratos dos mesmos. São marcadas 2 provas por dia mas os pilotos não são obrigados a participar em ambas. Cada prova tem 10 min. de treinos e 15 min. de corrida e os pilotos não precisam de efectuar qualquer inscrição participando apenas nas provas que lhes convêm.

     2ª Prova
   3ª Prova
   4ª Prova
   5ª Prova

   6ª Prova
   7ª Prova
   8ª Prova

É isto que se pretende neste Troféu, convívio, companheirismo e descontracção QB. Paulo Martinho (1) e Pedro Viola (2), voltaram novamente à competição e as posições obtidas foram bastante diferentes. O 1º conseguiria mesmo obter a vitória enquanto o 2º não iria além do 6º lugar.

  

 

  

Vitória de Paulo Martinho. “…quem sabe nunca esquece.”

Após uma semana que previa chuva para os “2 dias mais mágicos do calendário Português”, o que é certo é que o sol apareceu neste 1º dia de prova. Com “bocas” constantes uns aos outros, à partida os 8 pilotos começaram os treinos já 40 min. atrasados em relação ao horário previsto (há coisas que nunca mudam). Afastado há bastante tempo da competição, Luis Ryder não perdeu tempo e começou por assinar a Pole Position com um tempo de 44,270s. A Seu lado Paulo Martinho conseguia  mais 0,470s e prometia ao seu colega de grelha, melhor desempenho durante a prova. Paulo Campos conseguiu o 3º tempo e acabou por ser bastante “gozado”, pois sendo o único piloto ainda no activo, foi “triste” ter ficado afastado do Pole Position por 0,920s, como dizia o outro… “…é a vida.”. Para o seu colega de equipa do Campeonato Rota K 1998, Pedro Viola perdeu apenas 0,700s… Apenas? Perguntarão alguns. Convém relembrar que Pedro Viola não corre desde 2007 e que se afastou da competição no fim de 1998. “…OK. Fica lá com a bicicreta.” Desconhecido dos “cromos” anteriormente falados, Rui Canas acabou por ficar com o 5º lugar seguido de Rafael Oliveira, de Nuno Viola (irmão do Pedro e que já não víamos há que tempos) e para fechar a loja, o estreante Ricardo Sousa… É verdade, foi a 1ª vez que o Ricardo Sousa acelerou num Kart mas quem o ouviu falar, diria que era um “pró…”.

   
Também afastado há muito tempos da competição, Luis Ryder (7) conseguiu impor-se ao fazer a Pole Position e ao ficar detentor da melhor volta.

Com a partida e mantendo a sua promessa, Paulo Martinho superou Luis Ryder e “enrolhou” o segundo toda a prova, levando Luis Ryder a afirmar que o Kart de Paulo Martinho era mais largo que os demais. Já Paulo Campos, comportou-se como um “Totó” e, não só viu os 2 primeiros afastarem-se, como também se viu aflito para manter-se na frente de Pedro Viola. Este chegou mesmo a discutir travagens e a ultrapassar facilmente em recta levando o “Totó” a questionar-se se não se devia dedicar antes à “pesca”. Infelizmente, há hábitos que não se perdem e Paulo Campos acabou por confirmar o seu 3º lugar da prova quando, ao olhar para trás, notou a falta de Pedro Viola e só viu uma grande nuvem de pó. Para não variar, Pedro Viola sentiu uma grande necessidade de dar de comer aos seus cavalos e entrou pela horta a dentro. Senhor de uma grande corrida, Rafael Oliveira acabou por se superiorizar a Rui Canas e herdar o 4º lugar de Pedro Viola. Este acabaria mesmo na frente do seu irmão que “adorou” a prova. Ricardo Sousa “fechou a loja” e gostou da corrida mas detestou a “carica” que lhe foi entregue no fim. “… porque é que recebo esta tão pequenina? Os outros têm umas mais giras.” afirmou no fim da distribuição de prémios. Deixa lá Ricardo, para a próxima terás uma melhor surpresa. 1º Paulo Martinho, 2º Luis Ryder, 3º Paulo Campos e… 8º e ultimo Ricardo Sousa.